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Dor lombar, ou lombalgia, manifesta-se na região lombar, geralmente entre as últimas costelas e acima dos glúteos. A lombalgia, frequentemente, acompanha-se de dor que irradia para os membros inferiores. Por isso, não se pode considerar a lombalgia uma doença, mas sim um sintoma, que significa que pode traduzir a presença de diversos quadros clínicos.
É um sintoma muito frequente e incapacitante, estimando-se que afete, pelo menos uma vez, 65 a 80% da população.
As principais causas da lombalgia têm a componente genética de cada um, mas o estilo de vida sedentário, as profissões que exigem esforço físico diário e a consequente má preparação muscular levam também a uma grande probabilidade de desenvolver queixas semelhantes. Mas existem alguns casos que são de natureza psicológica, que são os mais difíceis de diagnosticar.
A lombalgia pode ser classificada em três graus: aguda (apresenta início súbito e duração inferior a 6 semanas); subaguda (duração entre 6 e 12 semanas); ou crónica (duração superior a 12 semanas).

Na maioria dos casos, as lombalgias podem ser evitadas com medidas preventivas e hábitos de vida saudáveis. Assim, devem ser tomadas as seguintes medidas preventivas principais:
 Cuidados com a postura: sentar e estar de pé de forma adequada, mantendo a coluna direita; evitar estar sentado por períodos prolongados e manter posturas incorretas da coluna vertebral por períodos prolongados;
 Cuidados com a manutenção de cargas: quando é necessário levantar um
objeto pesado devem fletir-se os membros inferiores e evitar fletir a coluna
lombar; devem evitar-se os movimentos de rotação do tronco;
 Manter uma alimentação saudável e controlar o peso;
 Evitar fumar: o tabaco aumenta os processos degenerativos;
 Fazer exercício físico regular (como caminhada, bicicleta, cardiofitness,
natação, hidroginástica ou pilates);
 Evitar situações de stresse, que aumentam a tensão muscular, ou compensá-las com períodos de relaxamento e massagens corporais.