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Aconselhamos a ler este texto até ao fim.

Todos achamos que somos tolerantes. Mas será que somos mesmo?
E vamos fazer um pequeno jogo : pedimos-lhe para ter em atenção tudo o que faz ao longo do dia. 
Repare, por exemplo, se ao acordar reage bem com quem está ao lado (antes de tomar café); se ao ir para o trabalho, no carro🚖, tem em atenção os outros condutores; se no trabalho trabalha em equipa ou se entra em conflito, permanentemente, com os colegas por coisas tão simples como…a organização de um ficheiro.
E quando regressa a casa, será que é tolerante
com os miúdos, ou ferve em pouca água e desculpa-se com os outros ou com a pressão do dia?
Claro que há outras intolerâncias e mais complicadas, que se relacionam com a nossa vida neste mundo e na forma como encaramos o nosso semelhante. Se à nossa volta a intolerância reina é lógico que somos arrastados para esse mundo louco. No fundo, os conceitos estão
ligados. 
Hoje, 16 de Novembro, é um otimo dia para pensar no assunto, uma vez que se comemora, internacionalmente, o Dia da Tolerância.
Trata-se de uma data instituída em 1993, pela UNESCO, e aprovada, no mesmo ano, pela ONU que aproveita anualmente a ocasião para combater os mais variados tipos de intolerância: cultural, económica, religiosa, sexual e racial.
Mas afinal ser tolerante significa que temos de abrir mão dos nossos princípios? 
Não! 
Segundo os peritos das Nações Unidas, o significado de tolerância tem a ver com respeito e aceitação,
com o reconhecimento dos direitos humanos universais e das liberdades fundamentais de cada pessoa.

E de que forma podemos trabalhar este padrão de respeito e aceitação? Há alguns princípios que podem ajudar, ora veja :
☑️Coloque-se no lugar da outra pessoa, mesmo que para isso tenha de sair da sua zona de conforto (às vezes não é fácil, mas se trabalhar bem este principio chega lá);
☑️Respire fundo e conte até 10, interiormente, se a situação estiver complicada (esta base serve para muitas coisas);
☑️Baixe o tom de voz e peça para fazerem o mesmo (mesmo que alguém fique irritado. A
verdade é que a mudança de tom obriga a controlar o que se diz ;
☑️ Escute com atenção o outro, porque certamente que há situações em que concorda com ele, e valorize essas questões;
☑️ Faça uma auto-avaliação. Muitas vezes estamos demasiado centrados em nós e pouco motivados para pensar para lá do nosso círculo.

Fonte ONU/UNESCO